Caro visitante,

Durante a minha profissão, já tive que tirar as mais variadas dúvidas aos meus clientes. Um dos assuntos que também me exigiram horas de explicações é relativo ao IMI e aos factores que o influenciam.

Para quem não está muito a par acerca deste imposto, é preciso defini-lo primeiro: Ora, o IMI é o Imposto Municipal sobre Imóveis, que é pedido somente aos donos dos imóveis e não aos arrendatários. Por muito que não se goste, esta é uma das grandes obrigações para a maioria dos contribuintes e não há como escapar. Portanto, só lhe resta ter bem a noção dos valores que são cobrados e as razões que os determinam. E, para isso, deve saber que:

– A localização do imóvel é um dos pontos que são tidos em conta quando é feita a sua avaliação. Por exemplo, um imóvel que se situe no centro da cidade terá um valor mais elevado do que um imóvel que se situe na periferia;

– Tal como a localização, o tamanho, a idade, o valor (por metro quadrado) e a qualidade da construção também são analisados;

– Outras questões verificadas são o conforto e a qualidade que a casa proporciona (ao nível dos equipamentos, das janelas, da iluminação, das águas sanitárias, etc.);

– Por último, um pedido de reavaliação do imóvel pode também vir a alterar o valor do imposto.

 

Relativamente aos cálculos, bem, essa é outra história e possivelmente deixo-os para outra publicação. Hoje, a mensagem que pretendo passar é que este pagamento é mesmo obrigatório e não vale a pena andar a adiá-lo, até porque existem prazos a cumprir. E o não cumprimento dos prazos implica, como deve imaginar, o pagamento de uma avultada multa, o que não é nada agradável.

Como costumo dizer aos meus clientes, “às Finanças ninguém escapa, nem vivo nem morto”!

Se tiver alguma questão, aqui me encontra!

Manuel